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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cheiro de coisa maluca



Sim, é um trecho de uma estrofe de Rita Lee em "Lança Perfume": http://www.youtube.com/watch?v=-nY31bga-GY&feature=related

sexta-feira, 20 de abril de 2012


Como eu quero, como tu anseias. Ordeno ansiando, cumpres querendo.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

My hands, my head, my heart, my soul ordain
Your eyes tell me; I can't, but I want, I need, I beg, I'm there

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Na ponta dos dedos...


- Quantas vezes te masturbaste a pensar em mim, desde que falamos a ultima vez?
- Algumas. Duas...
- Porquê?
- Já me tinha esquecido do que me trouxe para o BDSM, a parte psicologica que tanto falta, sempre.
E a nossa conversa fez-me pensar - e sentir - e precisar...
- Eu penetrei-te?
- Não, nao tivemos qualquer contacto físico nas minhas fantasias. Mas era quem estava em comando e eu sentia o vulto presente, no meio de mais gente.
- Conta-me!
- É uma fantasia velhinha e recorrente.
O Dono expõe-me a um grupo de Doms e subs que desconheço e que acabam por interagir comigo enquanto ele se serve de outra sub, sem me abandonar... Basicamente é isso.
- E a fantasia foi a mesma das duas vezes?
- Não, mas gira sempre em torno do domínio da mente e humilhação. Nas minhas fantasias faço uma sessão completa, de horas, sem falhar nada.
Às vezes gostava que que as pessoas de quem gosto vivessem dentro de mim um dia ou umas horas e entenderiam tudo melhor. Ou apenas a mim.
- Vais tornar a masturbar-te a pensar em mim?
- Suponho que sim.
- Porquê?
- Porque está dentro da minha cabeça e há espaço para os dois...
Não é isso Dominar?

De Miss Líbido no País das Maravilhas: http://misslibidonopaisdasmaravilhas.blogspot.com/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

"Filispanking"

Filigrana é a arte de trabalhar o ouro, prata e cobre em fios finos e grãos pequenos. O BDSM (Bondage Dominação Sadismo e Masoquismo), é uma disciplina de cariz sexual que visa o prazer dos intervenientes, mesmo com dor, mas, sempre, com objectivo de prazer.

O "simples" acto de Spanking - nome técnico, em BDSM, de bater - com chicote, não (deve) pode ser feito de ânimo leve sem saber como e onde se aplica o golpe. Anatomicamente por razões óbvias e no BDSM por regra, existem zonas proibidas de toque com um chicote tais como: órgãos genitais, toda a zona da cabeça, pescoço, axilas e articulações. Caso inadvertida ou intencionalmente se atinjam estas zonas, corre-se o risco de lesões graves e até perigo de vida.

Por isso, praticar Spanking com chicote é uma arte de trabalhar os fios deste no corpo de alguém.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

...isso sou eu que decido!

Bate-me mas não me batas
Perde-me mas não me percas
Fode-me mas não me fodas
Comanda-me mas não te endeuses,...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

segunda-feira, 11 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A queda de um heroi



Que as pessoas mudem, que as pessoas errem, que as pessoas tenham dias negativos, quase todos nós conseguimos entender. Que as pessoas ignorem, que as pessoas não assumam os erros, que as pessoas magoem e não respeitem, quase todos nós não entendemos. Se alguém nos deixar de falar, eventualmente, podemos saber porquê, mas ficamos sempre interrogados da razão se não nos for dita.

Numa sociedade organizada as regras e respeito por elas devem ser acatadas. Caso contrário corre-se o risco de não estar a caminhar para o bem comum e por isso, o individual também. Nesse caso, deixa de fazer sentido que alguém se assuma como entidade integrante de um determinado meio.

Um juramento, contrato, assunção no sentido lato da sociedade é uma postura de responsabilidade, em sociedades mais fechadas é e deve ser "sagrado". Mas, porque somos humanos e alvo de mutações posturais e emocionais, podemos não nos identificar com alguma responsabilidade assumida, mas não podemos pura e simplesmente não deixar de ser responsáveis por essa mudança, até porque por não sermos uma ilha, temos responsabilidades acrescidas de sentimentos e emoções de terceiros.

Em BDSM é mesma coisa aliás, a cumplicidade entre as pessoas é muito mais íntima e envolvente. Ainda mais quando se trata da assunção entre Dons e submissos, patilham-se gostos próximos, segredos, alegrias e frustrações muitas vezes inconfessáveis fora do juramento D/s.

Quando uma das partes pretende mudar a sua situação tratando-se de Dom ou submisso - retirada da coleira - merece a mudança de um ritual de retirada. É tão ou mais ultrajante e ofensivo um simples abandono sem explicação. É como o abandono de um navio em primeira mão, por parte do comandante, em caso de naufrágio.

Soube, recentemente, de um caso aparente de abandono de uma submissa por parte de um Dom, com agravante de esse Dom ser solicitado pela submissa da retirada de coleira mas ignorada para o ato. Se o BDSM ainda não é aceite como filosofia e disciplina de uma postura sexual sui generis, não são exemplos destes que lhe dão dignidade de afirmação.

Queria crer que se tratasse de um mal entendido, mas a julgar pela ausência de contraposição, receio que se seja o descrito.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

BDSM em ruínas..., de De corpo... De alma... e de colo.


Texto de cor púrpura: Felídeo

É tão triste ver tanta gente reclamando do nosso meio,
dizendo que não tem mais liturgia, ética, respeito e verdade.

O que, infelizmente, têm razão de ser as ditas reclamações pois, há uma grande ignorância da constituição dessa ética, e a grande maioria que sabe reserva-se a uma postura arrogante de não dar a conhecer ou ainda, não saber mesmo. Há uma confusão generalizada de que um BDSMer é aquele que se sente Dom ou sub quando na verdade, a maioria nem conhece os seus princípios. Logo, o respeito e verdade ficam prejudicados porque, não há sensibilidade / conhecimento teórico da filosofia.

É lamentável o que a internet e as facilidades do mundo moderno tem feito
com o nosso meio BDSM.

Reforçando uma vez mais a constituição da ética BDSM, muitas vezes o mal é de quem quer dar a conhecer uma determinada filosofia mas nem a conhece. De que vale ter um chicote, se se não souber um mínimo de anatomia!? De que vale querer ser infligido com um chicote, se se não estiver preparado para ser infligido e confundir com agressão!?

Sabe o que eu acho?? Eu acho que as pessoas, os BDSMistas,
são extremamente ciumentos. Sim!! Sentem ciumes do BDSM,
dos novatos que estão ganhando espaço, ciumes da forma como
o outro vive, ciume do que o outro fala, do que o outro faz,
de como pensa. Ou seria medo?? Ou seria vaidade??
disputa talvez??

O meio BDSM, socialmente, não é diferente de outro meio qualquer. Os ciúmes existem, muitos de fato, mas não na postura BDSM e sim num ambiente clientelista. Estou plenamente de acordo que os novatos (novos no meio) criam muitos medos nos ditos gurus porque, em geral, aqueles entram no meio como um cérebro de criança assimilador de informação e com a vantagem de não estarem fundamentalizados em BDSM. Os gurus aceitam-nos enquanto pupilos, mas assim que começam a questionar e ou a formar atitudes de personalidade própria, em geral, são rejeitados e, na melhor das hipóteses, criticados e quase nunca elucidados / questionados. Tudo isto compromete a vaidade de quem se julga detentor da razão e vê no novato um competidor.

Reclamar, muitos reclamam, com razão claro,
mas qual seria o real, o verdadeiro, o mais profundo
sentimento atrás dessas reclamações todas??

Quando o estado de alguém chega à reclamação, só vejo uma razão: Respeito, ou mais exactamente falta dele. Alguém de bom senso aceita um diálogo seja ele qual for dentro das normas da cordialidade e diplomacia. Prepotências, diálogos de surdos e améns de "Maria vai com as outras" são muito comuns de quem quer cair em graça sem se importar quer com a razão, quer com a emoção deitando a perder o que de bom pode haver num ambiente BDSM, prazer.

Para quem não souber o que quer dizer BDSM, pode consultar aqui uma breve inrodução: http://12345sentidos.blogspot.com/2010/05/bdsm-introducao.html

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

BDSM profissional


Há tempos li um artigo de alguém praticante de BDSM (Bondage Dominação Sadismo e Masoquismo), e punha em dúvida a postura dos dominadores, principalmente, do sexo feminino. Denunciava que as Dominatrix não mereciam o título puro, fugindo assim dos princípios do BDSM. Referia-se então o autor às auto-intituladas Dommes profissionais.

A indignação das ditas senhoras manifesta-se e justificam que para terem locais e condições para atenderem os desejos dos reais submissos, há despesas a efectuar que têm de ser suportados por alguém. Certo, contudo, se são despesas, não visam retorno. Se são custos aí sim, visam haver retorno. Se são investimentos, de certeza absoluta que o princípio é ter lucros.

Adiante com a seborreia de economia, que este sitio é para o prazer com os respectivos pecados que lhes cabe. Relativamente ao tema do BDSM profissional, uma coisa é certa: Deixem de chamar prostitutas às senhoras do sexo baunilha pois, elas também têm custos ops, investimentos ops, despesas com a produção do seu visual, arrendamentos, limpeza, higiene, saúde, acessórios e, muitas, curso empírico de psicologia.

Se de facto é para prazer próprio que se tem despesas com o apetrecho de um local ou produção própria em guarda roupa, as ditas despesas estão compensadas com o prazer. Não se é rico, e assim não é possível? Bem, nesse caso estão com o mesmo problema dos submissos que querem ser infligidos de dor ou humilhação e os baunilhas que querem satisfazer os seus apetites libidinosos com uma senhora.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Essência

O som silvo te completa
beijo quente e balsâmico dos meus dedos
A mim, flauta em feira de Bombain

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Electrocop - Education of a husband


Há homens que precisam e outros gostam. Sou homem, mas estou consciente que há muitos que mereciam só como castigo. E muitos devem estar a pensar: "Porventura tu és um deles", é possível mas isso não me tira o direito e dever de alertar que muitos de nós, homens, tratamos as mulheres como coisas. No entanto, há muitos homens, mais do que se possa imaginar, que adoram mulheres Altivas e Dominadoras.



Para quem não sabe, até existem comunidades que debatem e exploram esta forma de estar na vida. Uns mais a sério, outros menos. Uns mais como estilo de vida a tempo inteiro, denominado 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana). Outros mais como jogo isto é, só em ocasiões e predisposições de ambiente erótico. Em qualquer das situações o objectivo é o prazer.

terça-feira, 20 de julho de 2010

24/7


24/7, para os adeptos de BDSM, tem dois significados: o primeiro é universal, 24 de Julho; o segundo, que dizer que o BDSM (Bondage Dominação Sadomasoquista) se vive 24 horas por dia e sete dias por semana ou seja, sempre!, mais que não seja mentalmente (mind code) porque, em vestimentas (dress code) nem aos mais predestinados o conseguem, a não ser com adereços que só os próprios conhecem. É claro que há muitos adeptos desta prática que a vivem em casos pontuais, vivem e praticam só em ambiente próprio e até só em privado, aparte disso não se consideram nem dominadores nem dominados, ao que muitos contestam e não os consideram BDSM'ers.

Não sei se este dia já será oficial para a comunidade BDSM mundial mas, pelo menos oficioso é nalguns ponto do globo, Portugal é uma delas!

Escolhi estes vídeos, precisamente, por terem o nome que têm: "Wicked game" (Jogo perverso). Nem o autor do clips, nem os adeptos puros de BDSM vêm e ou praticam estes jogos com perversidade. Para o ser, teria de ser contranaturo ou conta vontade de, pelo menos, um dos praticantes, teria de ser prejudicial à saúde com marcas físicas e psicológicas. Muitos dos que olham para o BDSM com mais cepticismo, consideram que os seus praticantes são pessoas com problemas psicológicos. Não sou especialista contudo, se formos por aí, por analogia teremos de chamar às pessoas que são alvo de massagens de relaxo e bem estar, de afectadas no mesmo grau daqueles que relaxam e sentem prazer com actos sadomasoquistas.

Se o clip acima fosse editado com intenções de perversidade então, o debaixo também o seria e, nesse caso, quer o comportamento BDSM quer o Baunilha(a) seriam perversos. Não quer dizer que não haja perversidade em ambos os casos mas isso, como se costuma dizer, são outras histórias.



(a) termo utilizado para diferenciar o sexo convencional do BDSM

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Spanking

Erotic game, not violence!

terça-feira, 15 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Shibari, from Japan

Shibari, expressão japonesa que significa amarrar. Esta palavra é, também, utilizada no ocidente mas, aqui, significa amarrar no contexto sexual / erótico.

Shibari não é para todos! Não é para todos porque se desaconselha aos mais inexperientes a sua prática sem conhecimentos de anatomia pois, há zonas do corpo humano "proibidas" de serem amarradas. Caso se ignore este principio correm-se riscos com consequências que podem ser fatais (exemplo recente, a morte de David Carradine). Até um simples atar de tornozelo ou pulso pode ser perigoso mesmo para os mais experientes desta prática. Para salvaguardar qualquer situação que corra menos bem, é sempre útil ter à mão algo que possa desfazer os nós rapidamente.

Nesta prática, o que estimula os praticantes para além de se Dominar e ser dominado, dentro da filosofia BDSM (Bondage, Dominação SadoMasoquismo), e onde o Shibari se inclui na componente Bondage, não é a humilhação em primeiro plano mas sim a imobilização. Ao Dominador transmite-lhe a sensação de comando, poder de proporcionar prazer ao parceiro e demonstração das suas técnicas. Ao dominado, o prazer de o ser através da imobilização de cordas, receber prazer à responsabilidade do Dominador enfim, ser passivo em toda a mise en scène em que o toque, a dor e o estar limitado nos movimentos é transformado em satisfação.

Também aqui a sua prática pode ser no simples acto sexual entre quatro paredes, como levá-la mais longe ao ponto de utilizá-la em locais públicos em que o dominado usa por baixo das roupas (cordas atadas de joelho a joelho, limitando o andar; soutiens parecidos com os da figura; cuecas em corda com nó na vagina, ânus; pénis atado; etc.), sempre com SSC (São, Seguro e Consensual), fora desta máxima não é Shibari e está fora do BDSM.


segunda-feira, 31 de maio de 2010

BDSM - Introdução

Emblema
Filosofia / Comportamento / hierarquia (três divisões)
Cumplicidade Dominador submisso (círculos pequenos)
Busca constante de Complemento Dominador e submisso (à semelhança do Ying Yang)

BDSM sigla de Bondage Dominação Disciplina Submissão Sadismo Masoquismo; o mais comum desenvolvendo a sigla é Bondage Dominação SadoMasoquismo. A palavra Bondage embora tenha tradução, não se utiliza para evitar outras interpretações que não de postura erótica e ou sexual. A palavra escravo já só é utilizada aquando das práticas efectivas por as partes já saberem que tipo de escravos são. Há, no entanto, praticantes que afirmam que BDSM é um estado de espírito sem envolver, necessariamente, sexo ou erotismo. Que a postura de reconhecer alguém como seu superior e tirar prazer disso, e vice-versa, já é por si uma atitude BDSM.

Os praticantes de BDSM regem-se por códigos e condutas para que assim possam ser considerados. A violência é repudiada e rejeitada. O respeito pela diferença é muito prezado e discutido pelos praticantes antes de se passar a qualquer acção. Não há "vamos ver se gosto", o individuo que queira experimentar só por isso, não é aconselhado a fazê-lo, quer seja de apetência Dominadora ou submissa. É sempre aconselhável passar pela fase da observação; exploração de sentidos e prazeres, aconselhamento, etc.

Muita gente tem fetiches e ou fantasias que se enquadram neste ambiente, não percebendo que esta é uma área em que existem já muitos aderentes desta filosofia de vida sexual e que levam à exaustão da sua vida familiar isto é, 24 horas por dia e 7 dias por semana com a abreviatura de 24/7. Há quem pratique BDSM só em situações pontuais no acto sexual ou, ainda, nos fins-de-semana.

Nesta prática, para assim ser, tem de existir um Dominador e um submisso; D grande porque este é que conduz toda a encenação, ordena, castiga ou seja, todas as acções de comando, s pequeno porque este se submete a essas acções de comando. A partir do momento que as partes acordam posturas e limites, D toma o s, não a seu belo prazer, mas sim respeitando todas as regras da sessão Segura Sã e Consensual (SSC). Contudo, mesmo com posturas e limites acordados há ainda a Safe Word (Palavra Segura) que permite, principalmente ao submisso, interromper qualquer acção que esteja a incomodar física e ou psicologicamente.

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