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quarta-feira, 24 de março de 2010

A rapidinha


Cheguei-lhe as mãos às pernas, fui subindo, ascendi a saia com a subida, cheguei às cuecas, arranquei-as, estavam molhadas de tesão. Encostei-me teso, as nádegas abriram-se para dar passagem à pichota, o rego estava quente e intumescido. Meti-lhe o dedo do toma na greta, gemeu; "Hãããmmm", a língua no ouvido; silvou "fffffff", a cova da outra mão num mamilo; desesperou "dá-me, dá-me, dá-me". E eu dei-lhe a foda com estocadas rápidas e profundas fazendo com que as minhas bolas dançassem a um ritmo frenético. "Sim, sim, sim..., vem, vem, vem", e eu "hã, hã, hã", e ela "ai, ai, ai, AIIIIIIIIIIIIIIIIII", e eu "hã, hã, hã, HÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ".

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Sociais embora solitários, meigos e não piegas e, agressivos quando ameaçados. É este equilibrio que me fascina nos felídeos. Zoológicamente são a minha identificação. Considero os afectos humanos muito intrinsecados com a escolha do animal preferido...

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